Avenida Benjamin Constant-reforma da rede |
Avenida Benjamin Constant iluminada |
Por Rdo Castro
A respeito
da CONFERÊNCIA LIVRE SOBRE VIOLÊNCIAS E
POLÍTICAS PÚBLICAS DE SEGURANÇA DE CANUTAMA, realizada nos dias 26 e 27 de
junho de 2009, cujo relatório você pode baixar clicando aqui e conferir as "Propostas da Conferência de
Canutama" elaboradas naquela ocasião pelos participantes, membros das
entidades que representam a sociedade canutamense, veremos como esta mesma
sociedade organizada alcançou parte dos objetivos ali expostos num evento muito
simples feito com muita boa vontade, cerca de dois anos e meio depois.
Sobre
Iluminação Pública (IP), quase todos os grupos encarregados de elaborar
propostas citaram-na como de grande importância, entre outras
prioridades citadas pelo referido relatório:
•Implantação do
sistema de ILUMINAÇÃO PÚBLICA em todas as ruas da sede e as comunidades da zona
rural (luz para todos). Cobrar a instalação de quem de direito.
Não podemos esquecer que a iniciativa partiu do Fórum de Canutama (Cartório Judicial, tendo a frente o incansável Márcio) em conjunto com a Paróquia de Canutama e colaboração das Igrejas Evangélicas, Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores, além de associações e outras entidades de Cantama e agradecer a todos pelo sucesso do evento.
Muito bem, quanto ao título desta postagem "O SETOR DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE CANUTAMA II", dois, refere-se a postagem do dia 28 de setembro daquele mesmo ano (2009), que você pode reler clicando aqui. A iluminação pública da cidade está sendo concluída neste fim de ano num esforço do atual prefeito, Sr. Ocivaldo Amorim, que reconheceu só ser possível aprovar a obra contratanto uma empresa regularizada para tal fim, respeitando também a lei federal 8666/93 (licitações públicas).
No texto do
relatório que você baixou, podemos ler: "cobrar
a instalação de quem de direito (luz para todos)", ou seja, a
utilização de verbas de origem federal, uma vez que a Eletrobras ficou de
reformar a rede elétrica como um todo nos municípios amazonenses-como explicou
a então deputada federal Vanessa Grazziotin, em relatório publicado pela Câmara
Federal, Brasília, 2005 - comentado na postagem anterior desse blog. Não adiantaria
instalar novas luminárias sem trocar os postes e também os cabos elétricos que
estavam subdimensionados para a demanda de carga atual do sistema de
distribuição em baixa tensão, que é o mesmo que abastece as residências. O
custo dessa obra é relativamente alto e não poderia entrar no orçamento
municipal, apesar de a Prefeitura de Canutama já ter usado seu próprio
orçamento desde o ano de 2007.
Resta saber se a União vai repassar o montante gasto desde aquela época aos cofres da prefeitura.
Resta saber se a União vai repassar o montante gasto desde aquela época aos cofres da prefeitura.
Ruas iluminadas resta agora planejar a manutenção, que também consome recursos não só no conserto e substituição de lâmpadas, por exemplo, como também um gerenciamento mais técnico para evitar que a lâmpada fique acendendo e apagando, que além de incômodo, reduz a vida útil da mesma. A isso nós chamávamos de "doença da má conexão".
Enfim deve haver uma vigilância da população, comunicando eventuais falhas (e até mesmo vandalismo) ao setor de iluminação pública que, aliás, precisa ser estruturado (criado) urgentemente.
Até a próxima.
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